Etapas do desenvolvimento da linguagem até os 5 anos de idade

Embora a primeira palavra dita pelo bebê seja motivo de festa e signifique para a maioria das pessoas o “start” para a criança desenvolver sua linguagem, esse desenvolvimento já começou há muito tempo. A aquisição da linguagem se inicia logo que os bebês nascem e começam a mamar no seio da mãe.

Embora a primeira palavra dita pelo bebê seja motivo de festa e signifique para a maioria das pessoas o “start” para a criança desenvolver sua linguagem, esse desenvolvimento já começou há muito tempo. A aquisição da linguagem se inicia logo que os bebês nascem e começam a mamar no seio da mãe.

A amamentação é a primeira forma de estimulação, pois a sucção exercita lábios, língua, bochecha e músculos da boca, contribuindo para o crescimento ósseo e respiratório harmonioso. Isso será a base para o desenvolvimento da linguagem mais tarde. Veja as etapas do desenvolvimento até os 5 anos.

• De 0 a 2 meses, o bebê se comunica com o mundo através do choro, para atingir suas necessidades básicas. Sorrisos são apenas reflexos.

• De 2 a 4 meses, a criança passa a emitir gritos e vocalizações, a sorrir ao interagir com pessoas e a ficar atenta aos sons emitidos ao seu redor.

• De 4 a 6 meses, é o período em que a criança passa a brincar com a voz (balbucio), empregando entonações e intensidades variadas. Além disso, passa a movimentar a cabeça para localizar os sons.

• De 6 a 8 meses, o bebê começa a pronunciar vogais e consoantes sequenciais, mas sem qualquer sentido. A capacidade de localizar os sons e atender ao chamado pelo seu nome está mais desenvolvida.

• De 8 a 12 meses, a criança passa a atender comandos simples e apresenta expressões básicas, como “não” com a cabeça e “tchau” com a mão. Também é nesse período que ela começa a associar sílabas, como “papa” e “mama”. Consegue localizar os sons que vêm de baixo e dos lados.

• De 12 a 18 meses, a criança inicia a produção de vocábulos isolados, com algum significado. Consegue localizar os sons que vêm de cima.

• De 18 meses aos 2 anos, a criança já desenvolve um vocabulário com cerca de 50 palavras e consegue manter um pequeno diálogo.

• De 2 a 3 anos, o vocabulário já é de 200 a 400 palavras. Assim, a criança já é capaz de elaborar pequenas histórias. E consegue identificar os vindos de todos os cantos e representa as atividades diárias com brincadeiras.

• De 3 a 4 anos, já com um vocabulário extenso, a criança consegue formular frases mais longas (com cerca de seis palavras), no passado, presente ou futuro. Os diálogos e as histórias são mais detalhados. Ainda é possível certa dificuldade na fala, mas a comunicação é de fácil compreensão.

• De 4 a 5 anos, a criança deve ser capaz de pronunciar, de forma adequada, todos os fonemas. Os diálogos e as histórias são contados com detalhes, com noção de tempero e espaço.

* O ritmo de aprendizado pode variar de criança para criança, de acordo com os limites individuais e os estímulos que cada criança recebe.

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"A trajetória que uma criança percorre desde que começa a deixar de ser bebê (dependência total), até começar a se transformar em um ser mais independente e autônomo está relacionado tanto às condições biológicas, como aquelas proporcionadas pelo espaço familiar e social (escola), com o qual interage."

Saiba como substituir um alimento por outro

Seu filho não gosta de maçã? Não tem problema, há diversos alimentos que podem substituir essa fruta. A seguir, saiba como substituir certos alimentos por outros que oferecem os mesmos nutrientes. Também confira dicas para se aproveitar melhor os alimentos – em uma receita ou com algum ingrediente.

• A ABOBRINHA pode ser substituída por abóbora japonesa, berinjela, chuchu e moranga, que são fontes de minerais. Coloque-os na lasanha (foto), por exemplo.

• A BANANA pode ser substituída por abacate, mamão e morango, que ajudam a regular as taxas de colesterol. Batidas, compotas ou tortas são possibilidades.

• O BRÓCOLIS pode ser substituído por couve-flor, couve e repolho, que agem contra o câncer. Refogue e misture no arroz. Ou sirva cozido junto a molhos.

• A COUVE pode ser substituída por acelga, escarola e espinafre, aumentando as defesas do organismo. Coloque em omeletes, suflês, panquecas e massas.

• A MAÇÃ pode ser substituída por goiaba, laranja e pera, que são igualmente ricas em fibras. A dica é misturar na salada ou fazer um suco com uma fruta.

O papel do educador infantil

O educador infantil tem um papel muito importante no desenvolvimento de uma criança. Entre suas atribuições, esse profissional é responsável por propiciar experiências que ajudem a criança a desenvolver suas capacidades cognitivas (atenção, memória, raciocínio, entre outras). Trata-se de um processo longo, desenvolvido de forma contínua e dinâmica a partir dos primeiros anos de vida.

Dentro desse processo, o professor deve impor limites às crianças na escola. Ainda que a atitude de dizer “NÃO” possa ser prejudicial ao desenvolvimento da criança, em determinadas situações é essencial que os educadores tenham o compromisso ético de combater, por exemplo, possíveis apelidos pejorativos colocados entre os alunos. Ao impor limites, evita-se expor a criança a alguma situação embaraçosa. Aliás, tema atual que deve ser debatido em sala de aula.

Outro ponto ao qual o professor deve estar atento está ligado às preferências. É essencial que o tratamento a todos os alunos seja igual. Elogios a um aluno e comparações entre um e outro podem fazer uma criança se sentir rejeitada. Portanto, todos os alunos devem receber o mesmo tratamento, sem exceções.

O educador infantil é o personagem que, além dos pais, será um espelho para a criança. Assim, uma boa educação infantil tem o papel de formar a criança e transformá-la no futuro em um homem ou uma mulher que faça a diferença na sociedade. Tudo isso começa pela sala de aula da escola de educação infantil.

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