A relação das crianças com smartphones e tablets

Escola Mundo do ABC - A relação das crianças com smartphones e tabletsUma pesquisa realizada pela Common Sense indicou que 30% das crianças norte-americanas utilizam um aparelho móvel, como smartphones e tablets, pela primeira vez antes de completar 2 anos de idade. A partir desse dado, a Academia Americana de Pediatria (AAP) tem mudado suas recomendações sobre o uso de telas pelas crianças.

Escola Mundo do ABC - A relação das crianças com smartphones e tabletsUma pesquisa realizada pela Common Sense indicou que 30% das crianças norte-americanas utilizam um aparelho móvel, como smartphones e tablets, pela primeira vez antes de completar 2 anos de idade. A partir desse dado, a Academia Americana de Pediatria (AAP) tem mudado suas recomendações sobre o uso de telas pelas crianças.

Anteriormente, a AAP instruía que crianças menores de 2 anos não tivessem “tempo de tela” no seu dia a dia. E as crianças maiores de 2 anos deveriam ficar no máximo duas horas por dia na frente dos aparelhos. Porém, o objetivo agora é orientar os pais em relação ao modo como esses aparelhos vêm sendo utilizados pelos pequenos e não mais determinar idade mínima ou quantidade de horas máxima.

A íntegra das novas recomendações da AAP será divulgada apenas no início de 2016. No entanto, os principais pontos para garantir a utilização benéfica e saudável de telas pelas crianças foram adiantados.

PAI E MODELO
Os pais servem de modelo à criança. Logo, é importante que os pais controlem o próprio uso de aparelhos eletrônicos. Além disso, busque interagir com seu filho, brincando e estabelecendo limites. Lembre-se: as regras para ambientes reais valem para os virtuais.

APRENDIZADO
Os bebês aprendem melhor quando se comunicam com outras pessoas – no caso, principalmente com os pais. Sendo assim, conversar com a criança é fundamental para que ela desenvolva a sua fala. Por exemplo, assistir a vídeos na internet não fará com que a criança desenvolva a fala.

CONTEÚDO
Não se preocupe com o tipo de plataforma e nem com o tempo gasto com o aparelho. Preocupe-se, sim, com a qualidade do conteúdo que a criança está exposta. Não cronometre o tempo, mas fique atento à forma com que o filho aproveita o tempo em frente ao aparelho.

ENVOLVIMENTO
O envolvimento dos pais nas atividades das crianças influencia a maneira com que elas vivenciam a experiência. Portanto, jogue videogame com seu filho. E se o seu filho for ainda o bebê, esteja por perto quando ele estiver utilizando um aparelho eletrônico.

SEM TECNOLOGIAS
Em dados momentos, o melhor é não ter aparelhos eletrônicos por perto. Por exemplo, na hora das refeições, nada de smartphone ou tablet à mesa. Esse tipo de ação estimula o tempo em família e hábitos mais saudáveis.

Para mostrar que smartphones e tablets podem beneficiar o aprendizado das crianças, um estudo da Universidade de Chicago comprovou a eficiência de um aplicativo criado para desenvolver o raciocínio matemático de alunos do ensino fundamental. O desempenho de 587 crianças de diferentes classes sociais foi analisado por um ano. Os resultados do estudo revelaram que as crianças que usaram o aplicativo ao menos duas vezes por semana melhoraram suas notas ao longo do período. Porém, a melhora não está diretamente ligada ao tempo de uso do aplicativo: alunos que usaram a ferramenta mais do que duas vezes por semana não apresentaram desempenho maior.

Embora proporcione benefícios, o uso de contínuo de aparelhos eletrônicos podem ocasionar problemas às crianças. Especialistas alertam que problemas físicos, como dores musculares e articulares, e comportamentais, como queda do desempenho escolar e isolamento, podem ser desenvolvidos. Por isso, os pais devem pautar pelo bom senso. O ideal é que, além do uso dos aparelhos, a criança realize outras atividades do dia a dia, como estudo, leitura, atividades ao ar livre e brincadeiras.

Longe dos aparelhos por um tempo, a criança desenvolverá a sua capacidade de imaginar e fantasiar quando brincar com objetos ou interagir com outras pessoas diretamente. Dessa maneira, a criança terá um maior desenvolvimento emocional. É fundamental que a criança não se torne dependente das telas do smartphone, tablet, computador ou televisão.

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• A ABOBRINHA pode ser substituída por abóbora japonesa, berinjela, chuchu e moranga, que são fontes de minerais. Coloque-os na lasanha (foto), por exemplo.

• A BANANA pode ser substituída por abacate, mamão e morango, que ajudam a regular as taxas de colesterol. Batidas, compotas ou tortas são possibilidades.

• O BRÓCOLIS pode ser substituído por couve-flor, couve e repolho, que agem contra o câncer. Refogue e misture no arroz. Ou sirva cozido junto a molhos.

• A COUVE pode ser substituída por acelga, escarola e espinafre, aumentando as defesas do organismo. Coloque em omeletes, suflês, panquecas e massas.

• A MAÇÃ pode ser substituída por goiaba, laranja e pera, que são igualmente ricas em fibras. A dica é misturar na salada ou fazer um suco com uma fruta.

O papel do educador infantil

O educador infantil tem um papel muito importante no desenvolvimento de uma criança. Entre suas atribuições, esse profissional é responsável por propiciar experiências que ajudem a criança a desenvolver suas capacidades cognitivas (atenção, memória, raciocínio, entre outras). Trata-se de um processo longo, desenvolvido de forma contínua e dinâmica a partir dos primeiros anos de vida.

Dentro desse processo, o professor deve impor limites às crianças na escola. Ainda que a atitude de dizer “NÃO” possa ser prejudicial ao desenvolvimento da criança, em determinadas situações é essencial que os educadores tenham o compromisso ético de combater, por exemplo, possíveis apelidos pejorativos colocados entre os alunos. Ao impor limites, evita-se expor a criança a alguma situação embaraçosa. Aliás, tema atual que deve ser debatido em sala de aula.

Outro ponto ao qual o professor deve estar atento está ligado às preferências. É essencial que o tratamento a todos os alunos seja igual. Elogios a um aluno e comparações entre um e outro podem fazer uma criança se sentir rejeitada. Portanto, todos os alunos devem receber o mesmo tratamento, sem exceções.

O educador infantil é o personagem que, além dos pais, será um espelho para a criança. Assim, uma boa educação infantil tem o papel de formar a criança e transformá-la no futuro em um homem ou uma mulher que faça a diferença na sociedade. Tudo isso começa pela sala de aula da escola de educação infantil.

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