Criar filho não tem receita de bolo

Não faz muito tempo, falamos aqui sobre o livro “Do Parents Matter? – Why Japanese Babies Sleep Soundly, Mexican Siblings Don’t Fight, and American Families Should Just Relax”, em tradução livre: Os Pais Importam? - Por que Bebês Japoneses Dormem Profundamente, Irmãos Mexicanos não Brigam e Famílias Americanas Precisam Relaxar, do casal de antropólogos Robert e Sarah LeVine, professor e pesquisadora da Universidade Havard, nos Estados Unidos.

Como o livro aborda a questão da responsabilidade dos pais e as várias formas, no mundo, de criação dos filhos, hoje, vamos destacar uma das coisas mais importantes que os autores abordam. É preciso que pais entendam que eles jamais terão total controle sobre a criação de seus filhos, por mais que isso não seja fácil.

Existem muitas variantes, diversos fatores que compõem e influenciam a criação de uma criança e os pais deveriam, segundo os autores, aprender a ser mais como patrocinadores, verdadeiros incentivadores. Acreditar que pais têm completa responsabilidade em relação ao desenvolvimento dos filhos é o caminho para a culpa, para sentimentos negativos, estresse, tristeza e muita frustração.

Logicamente, existe uma fase em que a criança depende de vários cuidados, da comida ao banho, imprescindíveis, mas temporários. Mais importante para os filhos é saber que poderão contar com os pais, que vão sempre ajudar os filhos a conquistarem seus objetivos.

Para os antropólogos, pais e mães, especialmente no Ocidente, devem aprender a relaxar, pois não existe um tipo de criação único e que seja o mais correto, ou seja, não existe receita de bolo. Entendendo isso, ficará mais fácil criar um filho ou, ao menos, não haverá tanta culpa na cabeça dos pais.

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Fases do Desenvolvimento Infantil (0 a 6 anos)

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Faixa etária: 0 aos 6 anos

"A trajetória que uma criança percorre desde que começa a deixar de ser bebê (dependência total), até começar a se transformar em um ser mais independente e autônomo está relacionado tanto às condições biológicas, como aquelas proporcionadas pelo espaço familiar e social (escola), com o qual interage."

Saiba como substituir um alimento por outro

Seu filho não gosta de maçã? Não tem problema, há diversos alimentos que podem substituir essa fruta. A seguir, saiba como substituir certos alimentos por outros que oferecem os mesmos nutrientes. Também confira dicas para se aproveitar melhor os alimentos – em uma receita ou com algum ingrediente.

• A ABOBRINHA pode ser substituída por abóbora japonesa, berinjela, chuchu e moranga, que são fontes de minerais. Coloque-os na lasanha (foto), por exemplo.

• A BANANA pode ser substituída por abacate, mamão e morango, que ajudam a regular as taxas de colesterol. Batidas, compotas ou tortas são possibilidades.

• O BRÓCOLIS pode ser substituído por couve-flor, couve e repolho, que agem contra o câncer. Refogue e misture no arroz. Ou sirva cozido junto a molhos.

• A COUVE pode ser substituída por acelga, escarola e espinafre, aumentando as defesas do organismo. Coloque em omeletes, suflês, panquecas e massas.

• A MAÇÃ pode ser substituída por goiaba, laranja e pera, que são igualmente ricas em fibras. A dica é misturar na salada ou fazer um suco com uma fruta.

Para quê a criança brinca?

Os jogos, inicialmente, eram encarados como oportunidades de descarga de energia para as crianças, atividade que se explicaria por si só. Hoje há unanimidade em que o brincar tem função essencial no processo de desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros anos de vida nos quais ela tem de realizar a grande tarefa de compreender e se inserir em seu grupo. Constitui a função simbólica, desenvolver a linguagem, explorar e conhecer o mundo físico. Desde bebê a criança dedica grande parte de seu tempo à exploração do mundo material no qual está inserida de forma que o possa compreender e utilizar.

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A leitura incentiva a imaginação, ajuda na escrita e nos estudos, entre outras vantagens. Mas até que seu filho esteja escrevendo, como fazer para que ele se interesse pela leitura? O ideal é começar desde bebê, a partir do momento em que ele comece a se interessar, observar e interagir com brinquedos.

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