O que fazer quando seu filho sente dor

Se existe algo que deixa mães e pais aflitos é saber que um filho está sentindo dor. A preocupação é normal, mas é preciso tranquilidade para saber se o que a criança está dizendo sentir é realmente caso para procurar o médico ou partir para a emergência do hospital.

Alguns aspectos devem ser levados em consideração antes de buscar ajuda, pois nem toda dor necessita de consulta médica. Por isso, a intensidade e duração da dor devem ser observadas.

Se a criança não dorme bem, acorda à noite reclamando de dor, perdeu o apetite, não quer ou não consegue brincar e se movimentar direito, ligue para o pediatra.
Quando a dor vem junto com febre, cansaço, perda de peso também é necessário procurar ajuda profissional.

Dos 2 aos 4 anos, crianças têm tendência a apresentar infecções nas vias respiratórias superiores. Consequentemente, dores de ouvido e de garganta podem surgir. Se é a primeira vez que você passa por isso com seu filho, leve-o para uma consulta. Se houver uma próxima vez, os cuidados deverão ser basicamente os mesmos, mas não custa ligar para o pediatra e confirmar.

No caso do seu filho ainda não falar, preste atenção aos sinais corporais dele. A expressão facial diz muito. Olhos semicerrados, meio apertadinhos, e músculos do rosto e do corpo retraídos significam que ele está com alguma dor. O choro excessivo junto com braços e pernas em movimento e irritação também são sinais de dor. Nesse caso, como seu bebê ainda não fala, o melhor é procurar o pediatra.

Dores que vão piorando com o passar das horas são mais preocupantes. Se for dor abdominal, pode ser uma apendicite. Então, busque atendimento de urgência.

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Fases do Desenvolvimento Infantil (0 a 6 anos)

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"A trajetória que uma criança percorre desde que começa a deixar de ser bebê (dependência total), até começar a se transformar em um ser mais independente e autônomo está relacionado tanto às condições biológicas, como aquelas proporcionadas pelo espaço familiar e social (escola), com o qual interage."

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• A ABOBRINHA pode ser substituída por abóbora japonesa, berinjela, chuchu e moranga, que são fontes de minerais. Coloque-os na lasanha (foto), por exemplo.

• A BANANA pode ser substituída por abacate, mamão e morango, que ajudam a regular as taxas de colesterol. Batidas, compotas ou tortas são possibilidades.

• O BRÓCOLIS pode ser substituído por couve-flor, couve e repolho, que agem contra o câncer. Refogue e misture no arroz. Ou sirva cozido junto a molhos.

• A COUVE pode ser substituída por acelga, escarola e espinafre, aumentando as defesas do organismo. Coloque em omeletes, suflês, panquecas e massas.

• A MAÇÃ pode ser substituída por goiaba, laranja e pera, que são igualmente ricas em fibras. A dica é misturar na salada ou fazer um suco com uma fruta.

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Os jogos, inicialmente, eram encarados como oportunidades de descarga de energia para as crianças, atividade que se explicaria por si só. Hoje há unanimidade em que o brincar tem função essencial no processo de desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros anos de vida nos quais ela tem de realizar a grande tarefa de compreender e se inserir em seu grupo. Constitui a função simbólica, desenvolver a linguagem, explorar e conhecer o mundo físico. Desde bebê a criança dedica grande parte de seu tempo à exploração do mundo material no qual está inserida de forma que o possa compreender e utilizar.

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