Seu filho xingou, e agora?

Eis que de repente, num belo dia, você ouve seu filho pequeno soltar um palavrão. Ele ouviu em algum lugar, talvez de você mesmo, e entendeu qual o contexto para utilizá-lo. E agora, o que fazer? Sem dramas, existem alguns cuidados para evitar valorizar a atitude da criança.

1Ensine pelo exemplo: não fale palavrões, esta é a melhor forma de evitar que seu filho o faça. Se ele ouviu na rua, na escolinha, mas vê não fala, vai conseguir que ele siga o seu exemplo e não o dos outros.

2Não tem graça: tem gente que ri quando ouve uma criança falar palavrão, mas se você o fizer, vai incentivá-lo, pois é divertido para ele fazer um adulto achar graça de alguma coisa.

3 Nada de ofensas: explique para a criança que um palavrão não é algo bacana, pois magoa as pessoas. Faça com que seu filho se coloque no lugar da pessoa ofendida e pergunte se ele gostaria de ser tratado daquele jeito.

4Não se incomode: se a sua reação for exagerada, é bem possível que seu filho passe a falar mais palavrões pelo simples prazer de chamar sua atenção. Portanto, não valorize a situação. Aos poucos, a criança vai perceber que não está dando o resultado almejado e vai desistir de provocar.

5Sinônimos: ensine à criança que existem palavras e expressões que podem fazê-lo colocar a raiva para fora quando dá uma topada com o dedo do pé, ao invés de xingar. Ensine expressões engraçadas para usar nessas ocasiões, ele vai gostar.

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"A trajetória que uma criança percorre desde que começa a deixar de ser bebê (dependência total), até começar a se transformar em um ser mais independente e autônomo está relacionado tanto às condições biológicas, como aquelas proporcionadas pelo espaço familiar e social (escola), com o qual interage."

Saiba como substituir um alimento por outro

Seu filho não gosta de maçã? Não tem problema, há diversos alimentos que podem substituir essa fruta. A seguir, saiba como substituir certos alimentos por outros que oferecem os mesmos nutrientes. Também confira dicas para se aproveitar melhor os alimentos – em uma receita ou com algum ingrediente.

• A ABOBRINHA pode ser substituída por abóbora japonesa, berinjela, chuchu e moranga, que são fontes de minerais. Coloque-os na lasanha (foto), por exemplo.

• A BANANA pode ser substituída por abacate, mamão e morango, que ajudam a regular as taxas de colesterol. Batidas, compotas ou tortas são possibilidades.

• O BRÓCOLIS pode ser substituído por couve-flor, couve e repolho, que agem contra o câncer. Refogue e misture no arroz. Ou sirva cozido junto a molhos.

• A COUVE pode ser substituída por acelga, escarola e espinafre, aumentando as defesas do organismo. Coloque em omeletes, suflês, panquecas e massas.

• A MAÇÃ pode ser substituída por goiaba, laranja e pera, que são igualmente ricas em fibras. A dica é misturar na salada ou fazer um suco com uma fruta.

Para quê a criança brinca?

Os jogos, inicialmente, eram encarados como oportunidades de descarga de energia para as crianças, atividade que se explicaria por si só. Hoje há unanimidade em que o brincar tem função essencial no processo de desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros anos de vida nos quais ela tem de realizar a grande tarefa de compreender e se inserir em seu grupo. Constitui a função simbólica, desenvolver a linguagem, explorar e conhecer o mundo físico. Desde bebê a criança dedica grande parte de seu tempo à exploração do mundo material no qual está inserida de forma que o possa compreender e utilizar.

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Tradicionalmente, a resposta seria a mãe. Muitos pais diriam a mesma coisa. Mas a evolução das estruturas familiares ganhou corpo e hoje muitas famílias não têm a mãe como figura central. Tanto pode ser a madrasta, como duas mães. Mas também pode ser o padrasto ou dois pais.

Seu filho xingou, e agora?

Eis que de repente, num belo dia, você ouve seu filho pequeno soltar um palavrão. Ele ouviu em algum lugar, talvez de você mesmo, e entendeu qual o contexto para utilizá-lo. E agora, o que fazer? Sem dramas, existem alguns cuidados para evitar valorizar a atitude da criança.

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