Está na hora de ir para a creche! E agora?

A maioria dos pais teme o momento em que a criança deverá ir para a creche, mas com as dicas a seguir, vai ser muito mais fácil do que você imagina.

Escolher a creche – não deixe para fazer isso em cima da hora. A escolha da escolinha para o seu filho é muito importante. Por isso, reserve um tempo para conhecer quais as melhores opções, visite todas elas e converse com os profissionais para eliminar todas as dúvidas. Aqui, no Mundo do ABC, você vai conhecer cada canto das estruturas físicas, a formação dos profissionais e as condições de saúde e higiene. Se os pais não estiverem tranquilos em relação à escolha, vão acabar passando insegurança para as crianças.

Adaptação – o tempo que uma criança leva para se adaptar varia. Por isso, pedimos que alguém da família que seja próximo da criança permaneça nos primeiros dias. Primeiro, a pessoa fica no mesmo ambiente, depois, na sala ao lado, até que a criança demonstre estar se sentindo confortável na creche, interagindo com professores e colegas.

Brinquedo preferido – se seu filho tem aquele boneco do qual não se separa, permita que ele traga junto com ele. Pode ser uma fralda ou mesmo um travesseiro. Esse objeto o faz se sentir mais em casa, pois tem um vínculo familiar. Depois de um tempo, ele vai deixar o brinquedo de lado de forma espontânea.

Clareza nas informações – vá conversando com seu filho sobre a creche, explique como vai funcionar a dinâmica no local para que ele saiba onde e com quem vai ficar. Não proponha “prêmios” para que ele queira ir para a creche. Na verdade, a creche é o prêmio e isso precisa ficar claro para a criança.

Choro da segunda-feira – até crianças adaptadas podem passar pelo choro da segunda-feira, quando elas preferem não ir para a creche porque passaram mais tempo em casa com os pais. É uma nova ruptura. Isso é normal e passa logo.

Seu filho está adaptado? – para ter certeza disso, nós passamos para os pais as informações sobre o comportamento da criança. Se está brincando com os amiguinhos, comendo normalmente e interagindo com a professora, está tudo bem. Mesmo que de vez em quando faça um pouco de birra para ficar na creche, mas, ao chegar e ver os colegas e o espaço, já fica feliz.

Bons exemplos – se houver na família crianças mais que já estão na creche e bem adaptadas, use-as como exemplo para o seu filho. Crianças gostam de saber que já podem fazer a mesma coisa que os irmãos ou primos mais velhos já fizeram.

Sociabilização – nós acreditamos que seu filho precisa criar um vínculo com o Mundo do ABC. Para isso, vale interagir com outros pais, conhece-los melhor e convidar os amiguinhos do seu filho para visitarem sua casa. Assim, os vínculos sociais aumentarão e ele se sentirá ainda mais integrado.

Venha conhecer nosso espaço e eliminar suas dúvidas. Nós, do Mundo do ABC, estamos esperando por você: Av. Iguaçu, 321 – Petrópolis - (51) 3381-8201 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Fases do Desenvolvimento Infantil (0 a 6 anos)

Berçário, Pré-Maternal, Maternal I, Maternal II, Jardim A e Jardim B
Faixa etária: 0 aos 6 anos

"A trajetória que uma criança percorre desde que começa a deixar de ser bebê (dependência total), até começar a se transformar em um ser mais independente e autônomo está relacionado tanto às condições biológicas, como aquelas proporcionadas pelo espaço familiar e social (escola), com o qual interage."

Saiba como substituir um alimento por outro

Seu filho não gosta de maçã? Não tem problema, há diversos alimentos que podem substituir essa fruta. A seguir, saiba como substituir certos alimentos por outros que oferecem os mesmos nutrientes. Também confira dicas para se aproveitar melhor os alimentos – em uma receita ou com algum ingrediente.

• A ABOBRINHA pode ser substituída por abóbora japonesa, berinjela, chuchu e moranga, que são fontes de minerais. Coloque-os na lasanha (foto), por exemplo.

• A BANANA pode ser substituída por abacate, mamão e morango, que ajudam a regular as taxas de colesterol. Batidas, compotas ou tortas são possibilidades.

• O BRÓCOLIS pode ser substituído por couve-flor, couve e repolho, que agem contra o câncer. Refogue e misture no arroz. Ou sirva cozido junto a molhos.

• A COUVE pode ser substituída por acelga, escarola e espinafre, aumentando as defesas do organismo. Coloque em omeletes, suflês, panquecas e massas.

• A MAÇÃ pode ser substituída por goiaba, laranja e pera, que são igualmente ricas em fibras. A dica é misturar na salada ou fazer um suco com uma fruta.

O papel do educador infantil

O educador infantil tem um papel muito importante no desenvolvimento de uma criança. Entre suas atribuições, esse profissional é responsável por propiciar experiências que ajudem a criança a desenvolver suas capacidades cognitivas (atenção, memória, raciocínio, entre outras). Trata-se de um processo longo, desenvolvido de forma contínua e dinâmica a partir dos primeiros anos de vida.

Dentro desse processo, o professor deve impor limites às crianças na escola. Ainda que a atitude de dizer “NÃO” possa ser prejudicial ao desenvolvimento da criança, em determinadas situações é essencial que os educadores tenham o compromisso ético de combater, por exemplo, possíveis apelidos pejorativos colocados entre os alunos. Ao impor limites, evita-se expor a criança a alguma situação embaraçosa. Aliás, tema atual que deve ser debatido em sala de aula.

Outro ponto ao qual o professor deve estar atento está ligado às preferências. É essencial que o tratamento a todos os alunos seja igual. Elogios a um aluno e comparações entre um e outro podem fazer uma criança se sentir rejeitada. Portanto, todos os alunos devem receber o mesmo tratamento, sem exceções.

O educador infantil é o personagem que, além dos pais, será um espelho para a criança. Assim, uma boa educação infantil tem o papel de formar a criança e transformá-la no futuro em um homem ou uma mulher que faça a diferença na sociedade. Tudo isso começa pela sala de aula da escola de educação infantil.

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Na hora de dormir, você apaga a luz do quarto e seu filho começa a chorar? Antes de tudo, calma! O medo de escuro é algo comum na infância e surge geralmente a partir dos 3 anos de idade, desaparecendo por volta dos 7. O principal motivo é a imaginação fértil e aflorada da criança, que é muito estimulada por histórias, contos, desenhos e até notícias. E isso muitas vezes a impossibilita de diferenciar a realidade da fantasia.

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